Terminal Hugh K. Leatherman, onde a SC Ports planejou pausar as operações de contêineres a partir de 1º de agosto de 2026.

A South Carolina Ports (SC Ports) informou que pausaria as operações de contêineres no Terminal Hugh K. Leatherman a partir de **1º de agosto de 2026**, concentrando as atividades nos terminais Wando Welch e North Charleston, no Porto de Charleston. A autoridade anunciou a decisão em 25 de junho, classificando-a como uma medida de curto prazo diante de dificuldades do setor, previsão comercial incerta e volumes de carga moderados. A SC Ports afirmou que os dois terminais receptores dispõem de capacidade para os volumes atuais e o crescimento de curto prazo.

A data de vigência de 1º de agosto já passou. Nos materiais oficiais e independentes analisados para este briefing, a SC Ports não havia publicado um aviso separado confirmando a conclusão da transferência ou definindo uma data para o fim da pausa. Para cada escala e movimentação de carga, armadores, operadores e interesses de carga devem tratar as instruções do transportador, terminal e agente como fonte operacional determinante.

A imprensa local independente informou que a paralisação deveria estar concluída até 1º de agosto, por período ainda indeterminado. Segundo a reportagem, cinco escalas semanais da Mediterranean Shipping Company utilizavam o Leatherman; uma rota seria eliminada em meio à fraqueza do comércio, e as demais deveriam migrar para North Charleston ou Wando Welch. O comunicado da SC Ports não identifica serviços específicos, berços ou regras de cut-off.

**Por que importa:** trata-se de uma alteração material em rotações portuárias da Costa Leste dos EUA, não de evidência de fechamento de todo o porto. A concentração em dois terminais pode afetar janelas de atracação, recebimento, fluxo de vazios, gates, drayage ferroviário e disponibilidade de contêineres. Pode também gerar concentração temporária de volumes. Nenhuma fonte verificada estabeleceu congestionamento, atraso de navio ou perturbação de carga efetivamente ocorridos após 1º de agosto; esses riscos dependem da execução e da demanda.

Operadores devem confirmar terminal designado, sequência de praticagem e atracação, documentação, efeitos no plano de estivagem e requisitos específicos antes da mensagem final de ETA. Donos de carga devem reconfirmar locais de recebimento e entrega, cut-offs, free time, transferências ferroviárias e rodoviárias e devolução de vazios. Equipes de P&I e sinistros devem preservar avisos com registro de horário, comprovantes de interchange, dados de lacre e evidências de condição da carga quando a reatribuição não planejada afetar custódia, atraso ou compromissos de entrega.

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